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Paralaxe da Lua Morena Nelson D!paula
Paralaxe da Lua Morena
Nelson D!paula
O portador do dom não tem o direito de não exercer seu poder Prisioneira do círculo de suas reencarnações, sua alma caminha descalça pelos espinhos, apurando em fogo brando o caldo de ectoplasma, Quando borbulha, emana fagulhas que, por sua vez, movem as turbinas da espaçonave esotérica, que, então, desloca-se pelo limbo, recolhendo almas penadas e lobisomens. Para eles, acabou a pena. Duas baforadas no cachimbo e estamos lendo um livro de receitas. Uma das mais promissoras páginas é o modo de preparo do suculento bispo, muito bem temperado, para depois arder em fogo brando no moquém. Unidas pelo mesmo colonizador, tais culturas, negra e vermelha, adquirem um peso atemporal e consanguíneo. Portais dimensionais entreabertos, dão passe livre a todo tipo de entidade, inclusive os íncubos estimuladores da criação, montados em poderosos cavalos árabes, não castrados, para conservar o ímpeto. Aí vem o conceito de cabresto.
| Mídia | Livros Paperback Book (Livro de capa flexível e brochura) |
| Lançado | 22 de outubro de 2019 |
| ISBN13 | 9781701876576 |
| Páginas | 100 |
| Dimensões | 152 × 229 × 6 mm · 158 g |
| Idioma | Português |